Estratégia de marketing
Perceber o negócio, definir prioridades e dar uma direção à comunicação. Ajudar a decidir onde faz sentido investir tempo e recursos.
Sou o Renato Moinhos.
Ajudo a ligar estratégia, criatividade e negócio.
Com curiosidade pelas marcas. E por quem está do outro lado.
O que leva alguém a escolher uma marca? O que faz um negócio ter significado? E como se transforma uma boa ideia em algo que funciona?
São perguntas que me acompanham no trabalho. Sou CEO da TWIST, agência de Marketing & Design, e co-proprietário da Collective Skateshop. Entre a agência e o retalho, cruzo a visão estratégica com a realidade de gerir um negócio.
A minha formação começou no Cinema e Multimédia, na ESAP. Mais tarde, aprofundei a ligação entre tecnologia e comunicação com uma pós-graduação em Inteligência Artificial no Marketing, no IPAM.
Interesso-me pelo lado humano do marketing: comportamento, cultura e as razões que estão por trás das escolhas. Acredito que ouvir e fazer boas perguntas é uma parte essencial do trabalho.
Trabalho na ligação entre o que uma marca é, o que comunica e aquilo que quer alcançar.
Perceber o negócio, definir prioridades e dar uma direção à comunicação. Ajudar a decidir onde faz sentido investir tempo e recursos.
Encontrar o que distingue uma marca e tornar essa diferença clara. Ligar identidade, mensagem e experiência com coerência.
Ligar conteúdos, publicidade e presença digital aos objetivos do negócio. Trazer experiência prática para as decisões e acompanhar os resultados.
Partilhar conhecimento sobre marketing, criatividade e inteligência artificial. Estimular o espírito crítico e a capacidade de fazer melhores perguntas.
Antes de perguntar
“o que vamos comunicar?”,
gosto de perguntar:
“o que queremos dizer?”
Gosto de perceber porque escolhemos o que escolhemos. O que nos chama a atenção, o que nos faz confiar e o que nos leva a falar de uma marca a alguém. É essa curiosidade pelas pessoas que alimenta o meu interesse pelo marketing.
Acredito que fazer um bom trabalho começa por nos interessarmos. Pelo negócio, pelas pessoas que queremos servir e pelo contexto em que vivem. Ouvir, observar e fazer perguntas ajuda-me a encontrar caminhos que não eram evidentes à partida.
No marketing, há sempre uma ferramenta nova, uma tendência ou uma promessa difícil de ignorar. Gosto de explorar, mas procuro perceber o que merece atenção e o que apenas a desvia.
Para mim, estratégia implica escolher: quem queremos servir, que mudança queremos provocar e onde vale a pena concentrar o esforço. Também implica reconhecer quando insistir deixou de fazer sentido. O tempo e a energia que dedicamos a uma ideia precisam de produzir valor.
Dou valor à consistência. À capacidade de cumprir, de manter o cuidado e de fazer um bom trabalho mesmo nos dias menos inspirados.
Uma marca ganha significado através daquilo que faz repetidamente. Na forma como responde, no que entrega e na experiência que proporciona. É aí que se constrói confiança e se dão às pessoas motivos para voltar e recomendar.
A inteligência artificial faz-me pensar sobre o valor do nosso trabalho e sobre as capacidades que precisamos de desenvolver. Interessa-me aprender a usá-la, perceber os seus limites e decidir onde pode ser útil.
Num mundo em mudança, quero continuar a exercitar a iniciativa, o discernimento e a capacidade de tentar de novo. Nem sempre vamos ter certezas antes de avançar.
É nessa ligação entre pensamento e ação que gosto de trabalhar: compreender melhor, escolher com intenção e dar forma às ideias.
Uma marca, um desafio de comunicação ou uma conversa sobre marketing.